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SuperBI 2.5: Uma nova forma de analisar dados com IA

A Inteligência Artificial está mudando a maneira como trabalhamos com dados. E, para nós, isso significa muito mais do que simplesmente acrescentar um chatbot às ferramentas de Business Intelligence… significa transformar o produto!

Com o SuperBI 2.5, estamos incorporando IA diretamente à experiência de análise, para reduzir a distância entre uma pergunta de negócio e a informação necessária para respondê-la.

Até aqui, nossas tradicionais ferramentas de BI colocaram nas mãos dos nossos clientes funcionalidades capazes de organizar, visualizar e explorar seus dados. Painéis gráficos com indicadores, relatórios e visões tabulares, com filtros e recurso para análises detalhadas não deixaram de extremamente importantes — e continuam fazendo parte do SuperBI.

A diferença é que agora disponibilizamos novos caminho até a informação e os insights.

 

Do painel para a conversa

Tradicionalmente, para encontrar uma resposta em uma ferramenta de BI, o usuário precisa saber onde procurar.

É necessário acessar o painel correto, identificar o indicador, aplicar filtros, analisar gráficos e, muitas vezes, navegar por diferentes níveis de detalhe até chegar à informação desejada.

Com a nova IA embarcada, podemos inverter parte dessa lógica.

Em vez de o usuário precisar descobrir onde está a resposta, ele pode começar pela própria pergunta.

O SuperBI 2.5 permite que painéis gráficos sejam tanto configurados e consultados pela interface tradicional, quanto explorados por meio de uma interface conversacional.

Isso abre espaço para uma experiência muito mais natural: perguntar sobre os dados, solicitar interpretações e aprofundar a análise a partir das respostas recebidas.

É o famoso “talk with your data” ou seja, o usuário conversa com os dados, extraindo insights valiosos de forma rápida e exponencial, como em uma conversa com um colega de trabalho.

 

A IA também ajuda a decidir onde investigar

Um bom BI não deveria apenas mostrar que alguma coisa aconteceu. Ele deveria ajudar o usuário a entender por que aconteceu e o que deve ser feito em seguida para melhorar o que pode ser melhorado.

Nas visões tabulares, por exemplo, o SuperBI já oferece recursos para investigação detalhada dos dados, como Curva ABC, análise vertical, análise temporal e ranking, acessíveis rapidamente a partir da própria interface.

No SuperBI 2.5, a IA acrescenta uma nova camada a esse processo: ela pode interpretar os dados apresentados e ajudar a indicar possíveis caminhos para aprofundar a investigação.

Em vez de apenas entregar números, queremos ajudar o usuário a transformar esses números em perguntas melhores — e chegar mais rapidamente aos pontos que realmente merecem atenção.

 

O que muda, na prática, com a IA embarcada no SuperBI?

Talvez a maneira mais simples de entender essa transformação seja comparar as duas experiências.

Antes, a interpretação dos gráficos e indicadores ficava essencialmente a cargo do usuário ou do gestor.

Agora, um agente de IA pode analisar os dados e retornar interpretações e insights.

Antes, painéis e relatórios eram configurados e explorados principalmente pelas interfaces do próprio SuperBI. Agora, eles também podem ser configurados e consultados por meio de uma experiência conversacional.

Antes, era necessário partir de painéis previamente configurados para chegar às informações.

Agora, o usuário pode iniciar pela pergunta e interagir com os dados de forma mais direta.

E há uma mudança ainda mais importante.

Antes, a análise normalmente terminava na decisão humana sobre qual ação tomar.

Agora, agentes de IA podem ajudar a transformar a interpretação em ação, inclusive interagindo com sistemas externos.

 

Do insight para a ação com MCP

Com a incorporação do MCP Server (Model Context Protocol) ao SuperBI, abrimos uma nova fronteira para integração entre dados, agentes de IA e sistemas corporativos.

Isso significa que a IA não precisa ficar limitada a responder perguntas sobre aquilo que está dentro do BI.

Agentes externos podem acessar recursos disponibilizados pelo SuperBI e, dependendo da arquitetura e das permissões definidas pela empresa, participar de fluxos que conectam informação, interpretação e ação.

Imagine, por exemplo, um agente identificando uma variação relevante em determinado indicador, aprofundando a análise dos dados disponíveis e utilizando essa interpretação como ponto de partida para uma ação automatizada em outro sistema.

É uma mudança importante de paradigma: o BI começa a deixar de ser apenas o destino onde os dados são consultados para se tornar também uma fonte de contexto para agentes inteligentes.

 

BI continua sendo BI, mas a forma de usá-lo está mudando

Não acreditamos que a IA simplesmente substitua dashboards, relatórios ou ferramentas tradicionais de análise.

Em muitos cenários, visualizar um gráfico, comparar indicadores ou explorar uma tabela continuará sendo a melhor maneira de compreender uma situação.

O que muda é que o usuário passa a ter mais uma forma de trabalhar.

Ele pode olhar.

Pode explorar.

Pode perguntar.

Pode pedir uma interpretação.

E, cada vez mais, poderá transformar essa interpretação em uma ação.

Essa é a direção que orienta o SuperBI 2.5: combinar a estrutura e a confiabilidade do Business Intelligence com uma nova camada de interação proporcionada pela Inteligência Artificial.

Porque o próximo passo do BI não é simplesmente mostrar mais dados.

É diminuir a distância entre os dados, a compreensão e a ação.

 

 

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