
Se você é um gestor em uma empresa, em um órgão governamental, em uma entidade associativa ou filantrópica e lhe for perguntado se doravante, em seu processo de planejamento, de tomada de decisões e acompanhamento dos indicadores de desempenho, você prefere usar um software de BI ou tratar isso via prompt de agentes de IA, qual a sua resposta?
Talvez você pergunte: Mas preciso decidir entre um e outro? É excludente?
E tem toda razão em lançar essa pergunta. Afinal, com certeza tem situações em que um prompt é suficiente e mais rápido em trazer uma resposta. E haverá momento em que é mais conveniente e mais rápido acessar um painel com um conjunto de informações prontas, sem necessitar de prompt para formular detalhadamente a demanda ou, ainda, uma tabela dinâmica (pivot grid) disponível para simular e mergulhar em dados de forma visual ou um envio agendado de relatório para alguns gestores.
O BI oferece dados organizados, confiáveis e continuamente atualizados. A IA amplia a capacidade de interpretação, investigação e interação com essas informações. Juntas, permitem que o gestor encontre respostas com mais rapidez, aprofunde análises quando necessário e dedique mais tempo às decisões do que à busca por informações.
Esse pode ser considerado o novo estado da arte das plataformas de análise de dados: integrar Business Intelligence e Inteligência Artificial em uma única experiência, permitindo que o usuário utilize, a cada momento, a ferramenta mais adequada para a demanda que tem diante de si.
Portanto, você não precisa escolher entre BI e IA. Se o maior valor está justamente na convergência entre as duas tecnologias, o que você precisa é optar por um software de BI que traz funcionalidades de IA embarcado.