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Aprendizados do ERPsummit 2026 (por Leo Matt)

 

Nosso CEO, Leo Mat,t esteve no ERP Summit 2026, o maior encontro da América Latina sobre software e gestão empresarial, e capturou as principais tendências sobre o mundo dos softwares de gestão. 

Confira abaixo sua opinião sobre como direcionar sua estratégia de ERP e software de gestão para os próximos anos.  

 


 

Aprendizados do ERPsummit 2026 – por Leo Matt

 

Participei do ERP Summit Brasil 2026 com uma expectativa clara: entender para onde o mercado de gestão empresarial está realmente caminhando — não no discurso, mas na prática. E saí de lá com uma convicção ainda mais forte: estamos vivendo uma mudança estrutural no papel do ERP dentro das empresas.

O evento mais uma vez reuniu um ecossistema extremamente qualificado — decisores, desenvolvedores, consultorias e fornecedores — e para mim ficou evidente que o ERP deixou de ser um sistema transacional para assumir um papel muito mais estratégico. Hoje, ele é o núcleo da inteligência corporativa.

Na minha percepção, as principais conclusões sobre o evento são:

 

1 – ERP não é mais apenas para controlar a operação… é também para tomar melhores decisões

Um dos pontos que mais se repetiu ao longo do evento foi a mudança de mentalidade: não basta registrar dados, é preciso transformá-los em decisões. E isso muda tudo.

O ERP, junto com seus sistemas satélite, passa a ser a base de um ambiente orientado por dados. Isso exige uma nova camada — não apenas tecnológica, mas também conceitual — capaz de organizar, interpretar e entregar esses dados de forma útil.

E aqui entra um ponto importante: não é só sobre ter dados. É sobre ter governança, contexto e capacidade analítica.

 

2 – IA: deixou de ser tendência… virou fator de competitividade

Se existe um elemento que claramente começou a “puxar a fila” no ERP Summit 2026, foi a inteligência artificial.

Não mais como conceito ou promessa, mas como aplicação prática.

O que ficou evidente para mim é que estamos entrando em um momento onde a IA começa, de fato, a mover a balança competitiva.

E aqui tem um ponto crítico: essa vantagem não será distribuída de forma homogênea.

Empresas que conseguirem estruturar bem seus dados, integrar seus sistemas e aplicar IA de forma direcionada vão ganhar eficiência, velocidade e precisão na tomada de decisão em um novo patamar.

Enquanto isso, quem demorar a adotar o novo paradigma tende a perder competitividade drasticamente em relação aos seus concorrentes.

A diferença entre empresas nos próximos anos será moldada, em grande parte, pela forma como elas aplicam IA sobre seus dados próprios (contexto do negócio).

Na prática, a IA reposiciona o papel do ERP de um sistema que “registra o caminho percorrido” para um modelo que “indica o melhor caminho a seguir”.

E isso muda completamente o jogo.

 

3 – Integração, governança e segurança: o tripé que sustenta tudo isso

Mas existe uma base que não pode ser ignorada.

Toda essa evolução só acontece se três pilares estiverem bem resolvidos: integração, governança e segurança.

A integração deixou de ser um desafio técnico isolado e passou a ser um requisito estratégico. Os dados precisam fluir entre ERP, CRM e outros sistemas de forma consistente e confiável.

Sem isso, qualquer iniciativa de IA ou analytics fica comprometida na origem.

A governança entra como o elemento que dá significado e confiabilidade aos dados. Não adianta ter volume sem qualidade, sem definição clara e sem controle.

E, por fim, a segurança — que naturalmente cresce em importância à medida que os dados passam a ser ainda mais críticos para o negócio.

Esse tripé é o que sustenta este novo paradigma. Sem ele, dados viram ruído.

 

Estamos entrando em uma nova fase da transformação digital

O grande aprendizado que levo do ERP Summit 2026 é que não estamos mais na fase de digitalizar processos. Essa etapa já passou.

Agora, estamos entrando em uma fase mais integrada, mais inteligente e profundamente orientada por dados — com a IA assumindo um papel central nessa evolução.

E isso exige uma mudança de postura das empresas:

  • Não basta investir em tecnologia — é preciso investir em capacidade analítica e uso inteligente de IA.
  • Não basta ter ferramentas — é preciso ter adoção e cultura de uso.
  • Não basta coletar dados — é preciso transformar dados em melhores decisões.

 

E onde entra a SuperBI nisso tudo?

Saio do evento com uma sensação importante: estamos muito bem posicionados.

A proposta do SuperBI de ser uma ferramenta simples e direta, de fácil adoção e orientada a democratizar o acesso aos dados, está totalmente alinhada a este novo paradigma. 

E também a nossa nova oferta de serviços agregados à ferramenta, o BI as a Service, que combina a adoção tecnológica com suporte consultivo e cultura de dados, conversa diretamente com essa lacuna que o mercado ainda tem de comprometer alto investimento com ferramentas que, por vezes, ficam subaproveitadas porque as pessoas não foram devidamente preparadas para extrair valor delas.

Porque, no fim do dia, o desafio não é ter dados nem ter IA disponível… O desafio é fazer isso funcionar na prática, no dia a dia da operação e da gestão.

 

Leo Matt

CEO da Solusoft/SuperBI